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	<title>Comitê Paranaense Pró-Conferência Nacional de Comunicação</title>
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	<description>Conferência Nacional de Comunicação Já!</description>
	<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 18:09:57 +0000</pubDate>
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		<title>Plataforma do Direito à Comunicação</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 18:07:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[I Conferência Nacional de Comunicação, realizada em dezembro de 2009, foi uma importante conquista dos movimentos sociais e um marco na história da comunicação no Brasil. Diversas demandas históricas foram aprovadas. Questões centrais para a efetivação da democratização da comunicação foram legitimadas como vontade plena da sociedade brasileira, que exige seu direito à voz, à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>I Conferência Nacional de Comunicação, realizada em dezembro de 2009, foi uma importante conquista dos movimentos sociais e um marco na história da comunicação no Brasil. Diversas demandas históricas foram aprovadas. Questões centrais para a efetivação da democratização da comunicação foram legitimadas como vontade plena da sociedade brasileira, que exige seu direito à voz, à participação popular no serviço público e na regulação do setor.</p>
<p>Agora, é fundamental uma aliança entre a sociedade civil e o poder público para fazer valer as resoluções da Confecom. Neste período eleitoral o direito à comunicação e a uma mídia democrática deve estar na pauta dos debates e no programa dos candidatos.</p>
<h3><strong>Por isso, considerando a importância:</strong></h3>
<ul>
<li> Do fortalecimento de uma mídia plural e democrática, que reflita a diversidade brasileira;</li>
<li> Do acesso da população à informação e à produção de comunicação e cultura;</li>
<li> Da garantia da liberdade de expressão e do direito à comunicação para todos e todas;</li>
<li> E da participação popular na construção de políticas públicas para o setor,</li>
</ul>
<p>Nós, candidatos ao governo do Paraná, ao Congresso Nacional e à Assembleia Legislativa do Paraná, assumimos os seguintes compromissos:</p>
<ol>
<li>Defender a regulamentação dos artigos 220, 221 e 223 da Constituição Federal, que tratam da proibição de monopólios e oligopólios; das finalidades da programação das emissoras de rádio e TV, incluindo a regionalização da produção de conteúdo; e da complementaridade entre os sistemas público, privado e estatal;</li>
<li>Promover uma regulação democrática e participativa das concessões públicas de radiodifusão;</li>
<li>Lutar pela criação do Conselho Nacional de Comunicação, bem como Conselhos Municipais, Estaduais e Distrital, como órgãos reguladores das comunicações, formados por representantes do poder público, da sociedade civil e dos empresários;</li>
<li>Apoiar a regulamentação do direito de resposta;</li>
<li>Defender a regulamentação da veiculação de publicidade dirigida a crianças, de acordo com princípios já presentes na Constituição Federal, no Estatuto da Criança e do Adolescente e no Código de Defesa do Consumidor;</li>
<li>Defender políticas públicas que garantam o exercício do direito à comunicação da população;</li>
<li>Apoiar o desenvolvimento de políticas de incentivo à pluralidade e à diversidade na mídia;</li>
<li>Contribuir para o fortalecimento das mídias livres, independentes, alternativas, populares e comunitárias;</li>
<li>Apoiar o desenvolvimento de políticas de apoio e incentivo às rádios comunitárias, combatendo sua criminalização;</li>
<li>Defender políticas de fomento à produção de conteúdos destinados ao público infantil e infanto-juvenil que não incentivem o consumismo e que envolvam a participação de crianças e adolescentes no processo de elaboração;</li>
<li>Propor a inserção nos parâmetros curriculares do ensino fundamental e médio de conteúdos específicos de educação para a mídia, incluindo a temática dos direitos humanos;</li>
<li>Lutar pelo desenvolvimento e implementação de recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência nos meios de comunicação;</li>
<li>Denunciar e combater as violações de direitos humanos praticadas pelos meios de comunicação;</li>
<li>Defender o acesso à internet e à banda larga como direito, ampliando as políticas de inclusão digital.</li>
</ol>
<p>Comprometemo-nos, ainda, a estar em permanente diálogo com as organizações da sociedade civil, movimentos sociais, sindicatos, comunicadores(as) populares, jornalistas, radialistas, estudantes e ativistas da mídia comunitária, livre e alternativa do Estado do Paraná. O objetivo é assegurar e desenvolver ações conjuntas em prol da realização destes compromissos.</p>
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		<title>Direito à comunicação e o movimento no Paraná: definindo nossos rumos</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 03:51:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[confecom]]></category>

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		<description><![CDATA[A I Conferência Nacional de Comunicação, realizada em dezembro do ano passado, foi uma importante conquista dos movimentos sociais e um marco na história da comunicação no Brasil. Mas a Confecom só terá sentido se as resoluções dos movimentos sociais aprovadas na Conferência forem efetivadas. Além disso, estamos vivendo um período eleitoral e a democratização [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A I Conferência Nacional de Comunicação, realizada em dezembro do ano passado, foi uma importante conquista dos movimentos sociais e um marco na história da comunicação no Brasil. Mas a Confecom só terá sentido se as resoluções dos movimentos sociais aprovadas na Conferência forem efetivadas. Além disso, estamos vivendo um período eleitoral e a democratização deve estar na pauta dos debates e no programa dos candidatos.</p>
<p>Por isso convocamos organizações e delegados que foram à Confecom para a Plenária Estadual que acontecerá no dia <strong>11 de setembro de 2010, em Curitiba, no Sintracom</strong> (Rua Mateus Leme, 324). Será um momento importante para pensar os próximos passos da Comissâo Paranaense e articular as organizações e movimentos. Se agende e participe. Sua contribuição é fundamental!</p>
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		<title>Limite da propriedade da terra é tema de plebiscito popular</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 13:43:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>michele</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[limite da terra]]></category>

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		<description><![CDATA[Entre os dias 1º e 7 de setembro, plebiscito popular  busca discutir  com a sociedade a concentração de terras no Brasil
  
04/08/2010
Pedro Carrano
de Curitiba (PR)
O Brasil é o segundo maior   concentrador de terras do mundo. Uma desigualdade histórica, que se  expressa no fato de as unidades de produção com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os dias 1º e 7 de setembro, plebiscito popular  busca discutir  com a sociedade a concentração de terras no Brasil</p>
<div><a href="http://www.brasildefato.com.br/v01/agencia/nacional/limite-da-propriedade-da-terra-e-tema-de-plebiscito-popular/image/image_view_fullscreen" onclick=""> <img src="http://www.brasildefato.com.br/v01/agencia/nacional/limite-da-propriedade-da-terra-e-tema-de-plebiscito-popular/image_mini" alt="" /> </a></div>
<p><em>04/08/2010</em></p>
<p><em>Pedro Carrano</em></p>
<p><em>de Curitiba (PR)</em></p>
<p><a href="http://limitedaterraparana.blog.br/wp-content/uploads/2010/08/plebiscito_cartaz.gif" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/limitedaterraparana.blog.br');"><img class="alignright size-medium wp-image-17" title="plebiscito_cartaz" src="http://limitedaterraparana.blog.br/wp-content/uploads/2010/08/plebiscito_cartaz-285x300.gif" alt="" width="285" height="300" /></a>O Brasil é o segundo maior   concentrador de terras do mundo. Uma desigualdade histórica, que se  expressa no fato de as unidades de produção com menos de dez hectares  ocuparem somente 2,36%  de área do território nacional, mesmo sendo a  imensa maioria numérica. Este cenário motivou o Fórum Nacional pela  Reforma Agrária (FNRA) a propor ao conjunto da sociedade um plebiscito,  de caráter popular, pelo limite da propriedade da terra. A população é  chamada a organizar, entre os dias 1º e 7 de  setembro, uma urna e dar a   sua contribuição no tema.</p>
<p><span id="more-491"></span>Medida  indicada em uma série de países, o limite jurídico da propriedade da  terra inexiste no Brasil. O Fórum propõe um máximo de 35 módulos fiscais  como a área que um proprietário possa ter em mãos. Propriedades  superiores a essa medida seriam incorporadas à reforma agrária pelo  poder público.</p>
<p>O módulo fiscal varia de região  para região, definido para  cada  município de acordo com  critérios, tais como: proximidade da capital e  infra-estrutura urbana, qualidade do solo, relevo e condições de acesso.  No  Paraná, por exemplo, o enquadramento de  35 módulos fiscais  equivale a uma média de  1035 hectares. Já no Amazonas, a área torna-se  mais extensa e atinge 3500 hectares.</p>
<p>O Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo é composto  por 54 entidades. Somam-se ao plebiscito a  Assembléia Popular (AP) e o  Grito dos Excluídos, entre outros movimentos sociais. Entidades como a  Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e o Conselho Nacional  de Igrejas Cristãs  do Brasil (Conic) apóiam a  iniciativa. A população é  também chamada a  participar de uma coleta de assinaturas para um  projeto de  emenda constitucional (PEC)  para seja inserido um quinto  inciso no artigo 186 da Constituição, no que se refere ao cumprimento da   função social da propriedade rural. De acordo com os organizadores do  plebiscito, o voto e o abaixo-assinado são complementares.</p>
<p>“Trata-se de uma questão que interessa a  todos, pois estabelecer o  limite  da propriedade significa democratizar o acesso à terra e  possibilitar a fixação do homem no campo, evitando inúmeros problemas  que a migração para as cidades causa. A articulação com as  comunidades  de base é chave, seja pela  importância do tema, seja pela rede  espalhada em todo o Brasil”, avalia Luis Bassegio,  militante da  Assembleia Popular e do Grito dos Excluídos.</p>
<p><img src="http://www.brasildefato.com.br/v01/agencia/nacional/plescito_tabela.gif" alt="plescito_tabela" width="462" height="198" /></p>
<p><strong>Contexto do debate</strong></p>
<p>Dom Ladislau Biernarski, presidente  nacional da Comissão  Pastoral  da Terra (CPT), afirma que o  plebiscito dialoga com o tema central da  Campanha da Fraternidade de 2010, que toca na desigualdade do  capitalismo, com o “Fraternidade e Economia – Vocês não podem servir a  Deus e ao dinheiro&#8221;,  e tem o seu desfecho com o  “Grito dos Excluídos”,  realizado na Semana da  Pátria, também de 1º a 7 de setembro.</p>
<p>De acordo com a proposta do plebiscito, apenas cerca de 50 mil  proprietários teriam sua propriedade limitada, o que ao mesmo tempo  liberaria uma área de 200  milhões de hectares para a  reforma agrária.  “É vantajoso para um país que deixemos de ter quatro milhões de sem  terra, onde 2% dos proprietários possuem  mais de metade das terras”,  coloca Biernarski.</p>
<p>O artigo 184 da Constituição Brasileira se refere à função  social da  propriedade e impõe que o Estado cumpra a  reforma agrária. No entanto,  logo depois, o mesmo  documento também estabelece o direito à  propriedade privada e define que a reforma agrária não  toque na média  propriedade e naquela definida como produtiva.</p>
<p>A proposta do plebiscito busca inserir o limite da propriedade da  terra no artigo 186 na forma de um  quinto inciso, somado aos atuais  quatro incisos que definem a função  social da propriedade. No entanto,  para atingir na prática a função social da terra, como afirma  Biernarski, “será necessário pressão das  organizações sociais”.</p>
<p>Bassegio, por sua vez, analisa que o tema da  terra, em diferentes   momentos históricos, enfrentou resistência das  frações mais  conservadoras da elite brasileira. “Isso tem a ver com o  poder da  oligarquia agrária no Brasil. Ela é  muito retrógrada, não vê que a   solução de nossos problemas em boa  parte está no campo, ela continua  cega em sua visão de que falar em  reforma agrária é igual a comunismo.  Por outro lado, é necessária uma maior articulação da sociedade no  sentido de apoiar  efetivamente as lutas dos trabalhadores no campo”,  propõe.</p>
<p>A questão do elevado consumo de  agrotóxicos, a alteração no Código  Ambiental em favor do agronegócio, o controle das transnacionais sobre a  terra e a água são  diferentes debates que  atravessam a atual  conjuntura e devem  estar presentes no trabalho de conscientização que  antecede  os dias de votação do  plebiscito. “Temos que trabalhar a  reforma agrária abrangente, que cuide de fato da alimentação da  população, sem veneno, em que  haja o confisco das terras onde há  trabalho escravo”, defende Biernarski. No que se refere ao uso do  trabalho escravo pelos grandes proprietários, dados recentes  da CPT  apontam que, em 25  anos, 2.438 ocorrências de trabalho  escravo foram  registradas,  com 163 mil trabalhadores.</p>
<p>Falar na propriedade da terra é tocar no assunto da terra em mãos  estrangeiras. O Sistema Nacional de  Cadastro Rural do Instituto  Nacional de Colonização e  Reforma Agrária (INCRA) elaborou um mapa da  distribuição de terras brasileiras compradas por estrangeiros. São 4,3  milhões de hectares  distribuídos em 3.694 municípios. “A questão da  terra é fundamental para a identidade nacional. O limite da propriedade  da terra existe em quase todos os  países, a terra não pode nunca perder  sua importância, seu  significado de ser a primeira referência de um  país, quando  olhamos sua geografia e sua história”, comenta o bispo de   Jales e presidente da Cáritas brasileira, dom Demétrio Valentini.</p>
<p>(<em>Com  informações de Assessoria de Comunicação  FNRA</em>)</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.brasildefato.com.br/" onclick="">http://www.brasildefato.com.br/</a></p>
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		<title>Lançada em Curitiba a Rede de Comunicadores pela Reforma Agrária</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 13:35:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>michele</dc:creator>
		
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A Rede reúne comunicadores e  comunicadoras de vários  estados brasileiros que atuam em defesa da  reforma agrária e contra a  criminalização dos movimentos sociais que    atuam em sua defesa.
Por Anderson Moreira
Do Cefuria

O  ato  de lançamento da Rede aconteceu nesta quarta (23) na APP-Sindicato  e  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="entry">
<p><em>A Rede reúne comunicadores e  comunicadoras de vários  estados brasileiros que atuam em defesa da  reforma agrária e contra a  criminalização dos movimentos sociais que    atuam em sua defesa.</em></p>
<p><em>Por Anderson Moreira<br />
Do <a href="http://www.cefuria.org.br/site/noticias/noticia-07.php" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.cefuria.org.br');" target="_blank">Cefuria</a><br />
</em></p>
<p><a href="http://www.cefuria.org.br/site/imagens/fotos/redereformaagraria02.jpg" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.cefuria.org.br');" target="_blank"><img class="alignleft" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px; border: 0pt none;" src="http://www.cefuria.org.br/site/imagens/fotos/redereformaagraria02.jpg" border="0" alt="" hspace="5" width="250" height="223" align="left" /></a>O  ato  de lançamento da Rede aconteceu nesta quarta (23) na APP-Sindicato  e  contou com a presença de militantes de movimentos sociais e partidos   políticos, estudantes e jornalistas.</p>
<p>A Rede de Comunicadores pela  Reforma Agrária já conta com várias  adesões.</p>
<p>A participação é  aberta a  todas as pessoas interessadas e  compromissadas com os   valores do  manifesto de lançamento.</p>
<p><strong>Leia o  <a title="Manifesto de lançamento da rede" href="http://www.reformaagraria.blog.br/2010/03/10/manifesto/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.reformaagraria.blog.br');" target="_blank">manifesto</a> e veja <a title="Faça parte" href="http://www.reformaagraria.blog.br/faca-parte" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.reformaagraria.blog.br');" target="_blank">como  fazer parte </a>.</strong></p>
<p>Michele Torinelli, da Comissão  Paranaense Pró-Conferência de  Comunicação (CPC) e do Coletivo  Soylocoporti, fez um histórico da  articulação e mobilização da CPC com  as organizações sociais do Paraná,  que representaram o Estado na 1ª  Conferência Nacional de Comunicação,  realizada no ano passado em  Brasília.</p>
<p>O Paraná realizou 14 pré-conferências, como as de Comunicação e   Juventude e de Comunicação e Cultura. Michele destacou ainda algumas   propostas aprovadas na Confecom, entre elas a que prevê a instituição de   mecanismos de fiscalização dos meios de comunicação (controle social),  a  que defende a inclusão na Constituição Federal da comunicação como   direito humano  e a criação dos Conselhos Municipais, Estaduais e   Nacional de Comunicação.</p>
<p>Para Michele, “assim como a comunicação é um  direito humano, a terra  também é”. Segundo ela, a Rede de Comunicadores  deverá atuar em três  frentes: uma estrutural, uma que fortaleça a  comunicação popular e  alternativa e outra que se dedique à formação de  novos comunicadores e  comunicadoras.</p>
<p>Para Aniela Almeida, do Sindicato dos  Jornalistas do Paraná, os  desafios da Rede são descobrir formas de fazer  com que os jornalistas  que atuam nos grandes veículos de comunicação do  Estado se sensibilizem  com as questões sociais e difundir os temas  relacionados aos  movimentos sociais à população em geral. Para ela, o  Paraná tem um  papel estratégico na atuação da Rede por ser um Estado com  forte  produção agrícola.</p>
<p>João Brant, do Intervozes (Coletivo Brasil de  Comunicação), destacou  dados que justificam a criação da Rede de  Comunicadores. Segundo ele,  0,91% dos proprietários de terras do país  (cerca de 15 mil  latifundiários) concentram 43% das áreas agricultáveis.  É um contraste  muito grande comparado ao que se fez de reforma agrária  até hoje.</p>
<p>Nos meios de comunicação, Brant aponta que o quadro é de   concentração e de um discurso em uníssono contra a reforma agrária. Por   isso a importância de uma Rede que permita uma “coesão em torno de uma   pauta comum e o trabalho conjunto” de comunicadores e comunicadoras.   “Quando falamos em comunicadores não nos referimos apenas a jornalistas   com diploma e radialistas com diploma, mas a um conjunto de pessoas que   atuam em comunicação, como blogueiros, rádios comunitárias e outros   meios”, afirma.</p>
<p>Para João Brant, os desafios da Rede são criar um espaço  de  resistência e “contra-informação” (em oposição ao que a grande mídia   “informa”), e preparar os movimentos sociais para enfrentamento da CPMI   da Terra.</p>
<p>O blog da Rede de Comunicadores pela Reforma  Agrária é <a href="http://www.reformaagraria.blog.br/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.reformaagraria.blog.br');" target="_blank">http://www.reformaagraria.blog.br</a>.</div>
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		<title>Debate: internet, acesso e participação</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 21:06:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rachel</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[acesso]]></category>

		<category><![CDATA[internet]]></category>

		<category><![CDATA[participação]]></category>

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]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_486" class="wp-caption aligncenter" style="width: 464px"><img class="size-large wp-image-486" title="Debate: internet, acesso, participação" src="http://proconferenciaparana.com.br/wp-content/uploads/2010/07/panfleto_virtual-banda-larga1-584x1024.jpg" alt="Debate: internet, acesso, participação - quarta, 19 horas, APP Sindicato" width="454" height="797" /><p class="wp-caption-text">Debate: internet, acesso, participação - quarta, 19 horas, APP Sindicato</p></div>
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		</item>
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		<title>Unidade do campo popular na Conferência Estadual de Comunicação</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 19:33:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>michele</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[Confecom - PR]]></category>

		<category><![CDATA[conferência de comunicação]]></category>

		<category><![CDATA[etapa estadual]]></category>

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		<description><![CDATA[
Sociedade civil demonstrou coesão e unificou suas pautas na Confecom - PR

Após treze etapas preparatórias ao redor do estado, a Conferência Estadual de Comunicação (Confecom - PR) realizou-se de 6 a 8 de novembro no Canal da Música, em Curitiba. Foram três dias de conferência, cerca de 800 inscritos, seis grupos de trabalho, 81 delegados eleitos e mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em></p>
<p>Sociedade civil demonstrou coesão e unificou suas pautas na Confecom - PR</p>
<p></em></p>
<p>Após treze etapas preparatórias ao redor do estado, a Conferência Estadual de Comunicação (Confecom - PR) realizou-se de 6 a 8 de novembro no Canal da Música, em Curitiba. Foram três dias de conferência, cerca de 800 inscritos, seis grupos de trabalho, 81 delegados eleitos e mais de 170 propostas enviadas para a etapa nacional.</p>
<div id="attachment_467" class="wp-caption aligncenter" style="width: 465px"><img src="http://proconferenciaparana.com.br/wp-content/uploads/2009/11/confecompr-aberturaracheliii-1024x680.jpg" alt="Rachel Bragatto representou a CPC - PR na mesa de abertura da Confecom - PR." title="confecompr-aberturaracheliii" width="455" height="302" class="size-large wp-image-467" /><p class="wp-caption-text">Rachel Bragatto representou a CPC - PR na mesa de abertura da Confecom - PR.</p></div>
<p>&#8220;As etapas livres, organizadas pelo campo popular, foram fundamentais para que obtivéssemos formação, coesão e envolvimento de diversas regiões, o que possibilitou que a Confecom - PR estivesse tão mobilizada&#8221;, destacou Rachel Bragatto, integrante da Comissão Paranaense Pró-Conferência de Comunicação (CPC - PR) e do Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social. As propostas das conferências municipais e regionais foram sistematizadas para a etapa estadual e serviram de base para a discussão nos grupos de trabalho.</p>
<p>A Confecom - PR foi uma das primeiras etapas estaduais a serem convocadas. “O Governo entendeu desde o início, que a etapa estadual deveria ser consistente para que pudéssemos, em Brasília, não apenas representar o Estado, mas representar um pensamento, uma posição, e acredito que tenhamos atingido esse objetivo”, afirmou o secretário de Estado da Comunicação, Benedito Pires. “Daqui estão saindo propostas que farão avançar a abertura dos meios de comunicação ao povo brasileiro”, disse.</p>
<div id="attachment_472" class="wp-caption aligncenter" style="width: 465px"><img src="http://proconferenciaparana.com.br/wp-content/uploads/2009/11/confecompr-interncaoii-1024x680.jpg" alt="Participantes promoveram debate na Confecom-PR." title="confecompr-interncaoii" width="455" height="302" class="size-large wp-image-472" /><p class="wp-caption-text">Participantes promoveram debate na Confecom-PR.</p></div>
<p>Já o cenário nacional é diverso. João Paulo Mehl, representante do Coletivo Soylocoporti e membro da CPC-PR, ressaltou que &#8220;esta conferência não foi um processo simples, sofremos muita pressão e chantagem por parte dos representantes dos monopólios da comunicação. Muita concessão foi feita para que o processo continuasse e este debate se tornasse público&#8221;. A etapa nacional da Confecom acontecerá de 14 a 17 de dezembro em Brasília.</p>
<p> <br />
<strong>Representação da sociedade civil na I Conferência Nacional de Comunicação</strong></p>
<p>Dos 81 delegados que irão para a etapa nacional, 36 são representantes da sociedade civil. A eleição se deu por chapa, formada por consenso entre os participantes. A composição seguiu os critérios de participação no processo de conferência e representatividade regional, étnica e de gênero. </p>
<p>Segundo João Paulo Mehl, &#8220;os mais de 800 participantes deixaram claro que este não é um debate apenas para especialistas: o povo quer discutir comunicação como direito humano, e para isto nós vamos pressionar. Iremos a Brasília com nossas bandeiras na mão, lutar para que a comunicação seja efetivamente um direito de todos e todas&#8221;.</p>
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		<title>Comissão entrega propostas para a Câmara e para o prefeito</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 11:35:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Carina Paccola - De Londrina
Barbosa aprova ideia de democratização da banda larga e de formação do Conselho Municipal de Comunicação
As propostas para a democratização da comunicação - aprovadas na 1ª Conferência Municipal de Comunicação de Londrina - foram entregues ontem à tarde à Câmara dos Vereadores, durante a sessão, e no final da tarde para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Carina Paccola - De Londrina</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Barbosa aprova ideia de democratização da banda larga e de formação do Conselho Municipal de Comunicação</em></p>
<p>As propostas para a democratização da comunicação - aprovadas na 1ª Conferência Municipal de Comunicação de Londrina - foram entregues ontem à tarde à Câmara dos Vereadores, durante a sessão, e no final da tarde para o prefeito Homero Barbosa Neto, em reunião no gabinete. As propostas foram entregues por uma comissão formada por representantes de entidades da sociedade civil.</p>
<p class="MsoBodyText" style="text-align: left;" align="left"><span style="font-weight: normal;">O prefeito demonstrou interesse pelas propostas que se referem ao município, como a de democratizar o acesso à internet, via Sercomtel. A comissão deve se reunir na próxima semana com o presidente da Sercomtel para a discussão do tema.<br />
</span></p>
<p class="MsoBodyText" style="text-align: left;" align="left"><span style="font-weight: normal;">Barbosa também se dispôs a implementar o Conselho Municipal de Comunicação, aprovado na Conferência. E ainda demonstrou interesse nas propostas de mídia pública municipal e de ampliar o debate sobre a mídia nas escolas da rede municipal. A comissão disse que pretende fazer essa discussão com o Conselho Municipal e a Secretaria Municipal de Educação.<br />
</span></p>
<p class="MsoBodyText" style="text-align: left;" align="left"><span style="font-weight: normal;">Estavam presentes a diretora do Sindicato dos Jornalistas Carina Paccola, o presidente do PC do B, Márcio Sanches, Carlos Santana, do Centro de Direitos Humanos, Almir Escatambulo, da Associação de Deficientes Visuais de Londrina (Adevilon), e o chefe do Núcleo de Comunicação da Prefeitura, José Otávio Sencho Ereno.<br />
</span></p>
<p class="MsoBodyText" style="text-align: left;" align="left"><span style="font-weight: normal;">Neste final de semana, dias 6, 7 e 8, será realizada em Curitiba a 1ª Conferência Estadual de Comunicação, que irá debater as propostas aprovadas nas etapas preparatórias realizadas no Estado. Amanhã (5) é o último dia para se inscrever ara a Confecom Estadual, no site </span><a href="http://www.confecomparana.pr.gov.br/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.confecomparana.pr.gov.br');">http://www.confecomparana.pr.gov.br/</a><span style="font-weight: normal;">.</span></p>
<p class="MsoBodyText" style="text-align: left;" align="left"><span style="font-weight: normal;"> Além de Londrina, houve conferências municipais ou conferências livres em Foz do Iguaçu, Curitiba, Ponta Grossa, Campo Mourão, Pinhais, Cascavel, Toledo, Maringá e Guarapuava. A 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) será de 14 a 17 de dezembro em Brasília, com a participação de delegados eleitos nas Conferências Estaduais.</span></p>
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		<title>Inscrições para a Confecom-PR vão até 04/11</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 19:18:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>michele</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Estão abertas as inscrições para a I Conferência Estadual de Comunicação do Paraná, que será realizada nos dias 06, 07 e 08 de novembro no Canal da Música em Curitiba. Faça sua inscrição aqui.
Confira a programação da Confecom-PR
6 DE NOVEMBRO
14h – 20h: credenciamento (sujeito à definição do Regimento Interno)
19h - Mesa de abertura (Autoridades e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estão abertas as inscrições para a I Conferência Estadual de Comunicação do Paraná, que será realizada nos dias 06, 07 e 08 de novembro no Canal da Música em Curitiba. Faça sua inscrição <a href="http://www.confecomparana.pr.gov.br/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.confecomparana.pr.gov.br');">aqui</a>.</p>
<p><strong>Confira a programação da Confecom-PR<span id="more-456"></span></strong></p>
<p><strong>6 DE NOVEMBRO</strong><br />
14h – 20h: credenciamento (sujeito à definição do Regimento Interno)<br />
19h - Mesa de abertura (Autoridades e representantes da COE)<br />
20h – Aprovação do Regimento Interno</p>
<p><strong>7 DE NOVEMBRO</strong><br />
8 horas – Café<br />
8h30 – Painel: A comunicação que temos e a comunicação que queremos<br />
Referência: Eixo 3 – Cidadania: Direitos e Deveres<br />
Convidados:</p>
<p>Dep. Luiza Erundina<br />
Prof. Venício Lima (UNB)</p>
<p>10h15 - Intervalo</p>
<p>10h30 – Painel: Democracia e diversidade: a produção de conteúdo midiático<br />
Referência: Eixo 1 – Produção de conteúdo<br />
Convidados:</p>
<p>Edgard Rebouças (UFES)<br />
Fernando Paulino (UNB)</p>
<p>12h30 – Almoço</p>
<p>14h – Painel: Meios para a construção de direitos: a função social da mídia<br />
Referência: Eixo 2 – Meios de Distribuição<br />
Convidados:</p>
<p>Jonas Valente (Intervozes)<br />
Marcos Dantas (PUC - RJ)</p>
<p>16h às 19 h– Grupos de Trabalho</p>
<p>20h – Jantar</p>
<p><strong>8 DE NOVEMBRO</strong><br />
8h – Café<br />
8h30 – Início da plenária final<br />
12h30 – Almoço<br />
14h – Continuação da plenária<br />
18h - Encerramento</p>
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		<title>Comunicação e cultura: por que unir as duas pautas?</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 18:14:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>michele</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[conferência de comunicação]]></category>

		<category><![CDATA[cultura]]></category>

		<category><![CDATA[debate]]></category>

		<category><![CDATA[democratização da comunicação]]></category>

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		<description><![CDATA[Conferência Livre Municipal de Cultura e Comunicação abordará temas em comum das duas áreas 
A partir das demandas surgidas nos processos da I Conferência de Comunicação e da II Conferência de Cultura, movimentos das duas áreas optaram por unir os debates. Em Curitiba, essa proposta será desenvolvida na Conferência Livre Municipal de Cultura e Comunicação, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Conferência Livre Municipal de Cultura e Comunicação abordará temas em comum das duas áreas </em></p>
<p>A partir das demandas surgidas nos processos da I Conferência de Comunicação e da II Conferência de Cultura, movimentos das duas áreas optaram por unir os debates. Em Curitiba, essa proposta será desenvolvida na Conferência Livre Municipal de Cultura e Comunicação, que será realizada no próxima sábado, 24, às 9h na sede do Diretório Central dos Estudantes  da Universidade Federal do Paraná.</p>
<p>O objetivo é envolver os atores da cultura e da comunicação e demais interessados para definir e propor pautas que dialoguem com os dois temas. “A ampliação da participação da sociedade pode se dar tanto nos níveis de gestão e produção da cultura quanto no da circulação dessa produção nos meios de comunicação”, reflete Marila Velloso, integrante do Fórum de Dança de Curitiba e da Comissão Paranaense Pró-Conferência de Cultura.</p>
<p>Marco Amarelo Konopacki, membro do Coletivo Soylocoporti e da Comissão Paranaense Pró-Conferência de Comunicação, aponta que direito autoral, regionalização da produção e distribuição dos bens culturais são temas a serem debatidos na conferência deste sábado, por transitarem nos campos da cultura e da comunicação.</p>
<p>“A experiência de unir as duas pautas na I Conferência de Comunicação para a Cultura, que ocorreu em setembro em Chã Grande, Pernambuco, foi bastante interessante, pois procurou propor eixos de discussão que abarcassem tanto as pautas da cultura quanto as da comunicação”, conta Amarelo. A lógica que inspirou os militantes curitibanos é a de que não é possível pensar cultura sem pensar nas formas que ela se manifesta e recria seus símbolos e valores, e não se pode comunicar sem que se expressem características culturais.</p>
<p>Marila acredita que o evento é uma maneira de garantir espaço de voz e ação para os que se posicionam corporal, estética, portanto, politicamente, de modo diverso ao vigente. “É preciso checar a existência potente de tantos outros modos de se viver que existem por aí e possibilitar que sejam vistos, ouvidos e sentidos por um maior número de cidadãos”, agrega.</p>
<p><strong><br />
Conferência Livre Municipal de Cultura e Comunicação</p>
<p>24/10 - DCE UFPR - Gal. Carneiro 390 - 4° andar - 9h</p>
<p>Programação</strong></p>
<p>9h – Painel Cultura e Comunicação</p>
<p>10h – Debate</p>
<p>13h30 – Grupos de Trabalho</p>
<p>      *Controle social e participação popular na construção de políticas públicas para cultura e comunicação;</p>
<p>      *Fomento, produção e difusão culturais e democratização da mídia;</p>
<p>      *Cultura, educação, propriedade intelectual e acesso aos bens culturais.</p>
<p>17h – Plenária final</p>
<p><strong><br />
Saiba mais:</p>
<p>http://proconferenciadeculturanoparana.wordpress.com/<br />
</strong></p>
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		<title>Conferência Livre Municipal de Cultura e Comunicação</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 17:08:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>michele</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[conferência de comunicação]]></category>

		<category><![CDATA[cultura]]></category>

		<category><![CDATA[debate]]></category>

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		<description><![CDATA[
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-591" src="http://blog.soylocoporti.org.br/files/2009/10/conferencia_cultura_comunicacao.png" alt="conferencia_cultura_comunicacao" width="406" height="576" /></p>
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