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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Plataforma do Direito à Comunicação

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I Conferência Nacional de Comunicação, realizada em dezembro de 2009, foi uma importante conquista dos movimentos sociais e um marco na história da comunicação no Brasil. Diversas demandas históricas foram aprovadas. Questões centrais para a efetivação da democratização da comunicação foram legitimadas como vontade plena da sociedade brasileira, que exige seu direito à voz, à participação popular no serviço público e na regulação do setor.

Agora, é fundamental uma aliança entre a sociedade civil e o poder público para fazer valer as resoluções da Confecom. Neste período eleitoral o direito à comunicação e a uma mídia democrática deve estar na pauta dos debates e no programa dos candidatos.

Por isso, considerando a importância:

  • Do fortalecimento de uma mídia plural e democrática, que reflita a diversidade brasileira;
  • Do acesso da população à informação e à produção de comunicação e cultura;
  • Da garantia da liberdade de expressão e do direito à comunicação para todos e todas;
  • E da participação popular na construção de políticas públicas para o setor,

Nós, candidatos ao governo do Paraná, ao Congresso Nacional e à Assembleia Legislativa do Paraná, assumimos os seguintes compromissos:

  1. Defender a regulamentação dos artigos 220, 221 e 223 da Constituição Federal, que tratam da proibição de monopólios e oligopólios; das finalidades da programação das emissoras de rádio e TV, incluindo a regionalização da produção de conteúdo; e da complementaridade entre os sistemas público, privado e estatal;
  2. Promover uma regulação democrática e participativa das concessões públicas de radiodifusão;
  3. Lutar pela criação do Conselho Nacional de Comunicação, bem como Conselhos Municipais, Estaduais e Distrital, como órgãos reguladores das comunicações, formados por representantes do poder público, da sociedade civil e dos empresários;
  4. Apoiar a regulamentação do direito de resposta;
  5. Defender a regulamentação da veiculação de publicidade dirigida a crianças, de acordo com princípios já presentes na Constituição Federal, no Estatuto da Criança e do Adolescente e no Código de Defesa do Consumidor;
  6. Defender políticas públicas que garantam o exercício do direito à comunicação da população;
  7. Apoiar o desenvolvimento de políticas de incentivo à pluralidade e à diversidade na mídia;
  8. Contribuir para o fortalecimento das mídias livres, independentes, alternativas, populares e comunitárias;
  9. Apoiar o desenvolvimento de políticas de apoio e incentivo às rádios comunitárias, combatendo sua criminalização;
  10. Defender políticas de fomento à produção de conteúdos destinados ao público infantil e infanto-juvenil que não incentivem o consumismo e que envolvam a participação de crianças e adolescentes no processo de elaboração;
  11. Propor a inserção nos parâmetros curriculares do ensino fundamental e médio de conteúdos específicos de educação para a mídia, incluindo a temática dos direitos humanos;
  12. Lutar pelo desenvolvimento e implementação de recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência nos meios de comunicação;
  13. Denunciar e combater as violações de direitos humanos praticadas pelos meios de comunicação;
  14. Defender o acesso à internet e à banda larga como direito, ampliando as políticas de inclusão digital.

Comprometemo-nos, ainda, a estar em permanente diálogo com as organizações da sociedade civil, movimentos sociais, sindicatos, comunicadores(as) populares, jornalistas, radialistas, estudantes e ativistas da mídia comunitária, livre e alternativa do Estado do Paraná. O objetivo é assegurar e desenvolver ações conjuntas em prol da realização destes compromissos.

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sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Direito à comunicação e o movimento no Paraná: definindo nossos rumos

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A I Conferência Nacional de Comunicação, realizada em dezembro do ano passado, foi uma importante conquista dos movimentos sociais e um marco na história da comunicação no Brasil. Mas a Confecom só terá sentido se as resoluções dos movimentos sociais aprovadas na Conferência forem efetivadas. Além disso, estamos vivendo um período eleitoral e a democratização deve estar na pauta dos debates e no programa dos candidatos.

Por isso convocamos organizações e delegados que foram à Confecom para a Plenária Estadual que acontecerá no dia 11 de setembro de 2010, em Curitiba, no Sintracom (Rua Mateus Leme, 324). Será um momento importante para pensar os próximos passos da Comissâo Paranaense e articular as organizações e movimentos. Se agende e participe. Sua contribuição é fundamental!

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quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Limite da propriedade da terra é tema de plebiscito popular

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Entre os dias 1º e 7 de setembro, plebiscito popular busca discutir com a sociedade a concentração de terras no Brasil

04/08/2010

Pedro Carrano

de Curitiba (PR)

O Brasil é o segundo maior concentrador de terras do mundo. Uma desigualdade histórica, que se expressa no fato de as unidades de produção com menos de dez hectares ocuparem somente 2,36% de área do território nacional, mesmo sendo a imensa maioria numérica. Este cenário motivou o Fórum Nacional pela Reforma Agrária (FNRA) a propor ao conjunto da sociedade um plebiscito, de caráter popular, pelo limite da propriedade da terra. A população é chamada a organizar, entre os dias 1º e 7 de setembro, uma urna e dar a sua contribuição no tema.

Leia o texto completo »

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terça-feira, 6 de julho de 2010

Lançada em Curitiba a Rede de Comunicadores pela Reforma Agrária

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A Rede reúne comunicadores e comunicadoras de vários estados brasileiros que atuam em defesa da reforma agrária e contra a criminalização dos movimentos sociais que atuam em sua defesa.

Por Anderson Moreira
Do Cefuria

O ato de lançamento da Rede aconteceu nesta quarta (23) na APP-Sindicato e contou com a presença de militantes de movimentos sociais e partidos políticos, estudantes e jornalistas.

A Rede de Comunicadores pela Reforma Agrária já conta com várias adesões.

A participação é aberta a todas as pessoas interessadas e compromissadas com os valores do manifesto de lançamento.

Leia o  manifesto e veja como fazer parte .

Michele Torinelli, da Comissão Paranaense Pró-Conferência de Comunicação (CPC) e do Coletivo Soylocoporti, fez um histórico da articulação e mobilização da CPC com as organizações sociais do Paraná, que representaram o Estado na 1ª Conferência Nacional de Comunicação, realizada no ano passado em Brasília.

O Paraná realizou 14 pré-conferências, como as de Comunicação e Juventude e de Comunicação e Cultura. Michele destacou ainda algumas propostas aprovadas na Confecom, entre elas a que prevê a instituição de mecanismos de fiscalização dos meios de comunicação (controle social), a que defende a inclusão na Constituição Federal da comunicação como direito humano e a criação dos Conselhos Municipais, Estaduais e Nacional de Comunicação.

Para Michele, “assim como a comunicação é um direito humano, a terra também é”. Segundo ela, a Rede de Comunicadores deverá atuar em três frentes: uma estrutural, uma que fortaleça a comunicação popular e alternativa e outra que se dedique à formação de novos comunicadores e comunicadoras.

Para Aniela Almeida, do Sindicato dos Jornalistas do Paraná, os desafios da Rede são descobrir formas de fazer com que os jornalistas que atuam nos grandes veículos de comunicação do Estado se sensibilizem com as questões sociais e difundir os temas relacionados aos movimentos sociais à população em geral. Para ela, o Paraná tem um papel estratégico na atuação da Rede por ser um Estado com forte produção agrícola.

João Brant, do Intervozes (Coletivo Brasil de Comunicação), destacou dados que justificam a criação da Rede de Comunicadores. Segundo ele, 0,91% dos proprietários de terras do país (cerca de 15 mil latifundiários) concentram 43% das áreas agricultáveis. É um contraste muito grande comparado ao que se fez de reforma agrária até hoje.

Nos meios de comunicação, Brant aponta que o quadro é de concentração e de um discurso em uníssono contra a reforma agrária. Por isso a importância de uma Rede que permita uma “coesão em torno de uma pauta comum e o trabalho conjunto” de comunicadores e comunicadoras. “Quando falamos em comunicadores não nos referimos apenas a jornalistas com diploma e radialistas com diploma, mas a um conjunto de pessoas que atuam em comunicação, como blogueiros, rádios comunitárias e outros meios”, afirma.

Para João Brant, os desafios da Rede são criar um espaço de resistência e “contra-informação” (em oposição ao que a grande mídia “informa”), e preparar os movimentos sociais para enfrentamento da CPMI da Terra.

O blog da Rede de Comunicadores pela Reforma Agrária é http://www.reformaagraria.blog.br.

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segunda-feira, 5 de julho de 2010

Debate: internet, acesso e participação

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Debate: internet, acesso, participação - quarta, 19 horas, APP Sindicato

Debate: internet, acesso, participação - quarta, 19 horas, APP Sindicato

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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Unidade do campo popular na Conferência Estadual de Comunicação

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Sociedade civil demonstrou coesão e unificou suas pautas na Confecom - PR

Após treze etapas preparatórias ao redor do estado, a Conferência Estadual de Comunicação (Confecom - PR) realizou-se de 6 a 8 de novembro no Canal da Música, em Curitiba. Foram três dias de conferência, cerca de 800 inscritos, seis grupos de trabalho, 81 delegados eleitos e mais de 170 propostas enviadas para a etapa nacional.

Rachel Bragatto representou a CPC - PR na mesa de abertura da Confecom - PR.

Rachel Bragatto representou a CPC - PR na mesa de abertura da Confecom - PR.

“As etapas livres, organizadas pelo campo popular, foram fundamentais para que obtivéssemos formação, coesão e envolvimento de diversas regiões, o que possibilitou que a Confecom - PR estivesse tão mobilizada”, destacou Rachel Bragatto, integrante da Comissão Paranaense Pró-Conferência de Comunicação (CPC - PR) e do Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social. As propostas das conferências municipais e regionais foram sistematizadas para a etapa estadual e serviram de base para a discussão nos grupos de trabalho.

A Confecom - PR foi uma das primeiras etapas estaduais a serem convocadas. “O Governo entendeu desde o início, que a etapa estadual deveria ser consistente para que pudéssemos, em Brasília, não apenas representar o Estado, mas representar um pensamento, uma posição, e acredito que tenhamos atingido esse objetivo”, afirmou o secretário de Estado da Comunicação, Benedito Pires. “Daqui estão saindo propostas que farão avançar a abertura dos meios de comunicação ao povo brasileiro”, disse.

Participantes promoveram debate na Confecom-PR.

Participantes promoveram debate na Confecom-PR.

Já o cenário nacional é diverso. João Paulo Mehl, representante do Coletivo Soylocoporti e membro da CPC-PR, ressaltou que “esta conferência não foi um processo simples, sofremos muita pressão e chantagem por parte dos representantes dos monopólios da comunicação. Muita concessão foi feita para que o processo continuasse e este debate se tornasse público”. A etapa nacional da Confecom acontecerá de 14 a 17 de dezembro em Brasília.

 
Representação da sociedade civil na I Conferência Nacional de Comunicação

Dos 81 delegados que irão para a etapa nacional, 36 são representantes da sociedade civil. A eleição se deu por chapa, formada por consenso entre os participantes. A composição seguiu os critérios de participação no processo de conferência e representatividade regional, étnica e de gênero. 

Segundo João Paulo Mehl, “os mais de 800 participantes deixaram claro que este não é um debate apenas para especialistas: o povo quer discutir comunicação como direito humano, e para isto nós vamos pressionar. Iremos a Brasília com nossas bandeiras na mão, lutar para que a comunicação seja efetivamente um direito de todos e todas”.

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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Comissão entrega propostas para a Câmara e para o prefeito

Carina Paccola - De Londrina

Barbosa aprova ideia de democratização da banda larga e de formação do Conselho Municipal de Comunicação

As propostas para a democratização da comunicação - aprovadas na 1ª Conferência Municipal de Comunicação de Londrina - foram entregues ontem à tarde à Câmara dos Vereadores, durante a sessão, e no final da tarde para o prefeito Homero Barbosa Neto, em reunião no gabinete. As propostas foram entregues por uma comissão formada por representantes de entidades da sociedade civil.

O prefeito demonstrou interesse pelas propostas que se referem ao município, como a de democratizar o acesso à internet, via Sercomtel. A comissão deve se reunir na próxima semana com o presidente da Sercomtel para a discussão do tema.

Barbosa também se dispôs a implementar o Conselho Municipal de Comunicação, aprovado na Conferência. E ainda demonstrou interesse nas propostas de mídia pública municipal e de ampliar o debate sobre a mídia nas escolas da rede municipal. A comissão disse que pretende fazer essa discussão com o Conselho Municipal e a Secretaria Municipal de Educação.

Estavam presentes a diretora do Sindicato dos Jornalistas Carina Paccola, o presidente do PC do B, Márcio Sanches, Carlos Santana, do Centro de Direitos Humanos, Almir Escatambulo, da Associação de Deficientes Visuais de Londrina (Adevilon), e o chefe do Núcleo de Comunicação da Prefeitura, José Otávio Sencho Ereno.

Neste final de semana, dias 6, 7 e 8, será realizada em Curitiba a 1ª Conferência Estadual de Comunicação, que irá debater as propostas aprovadas nas etapas preparatórias realizadas no Estado. Amanhã (5) é o último dia para se inscrever ara a Confecom Estadual, no site http://www.confecomparana.pr.gov.br/.

Além de Londrina, houve conferências municipais ou conferências livres em Foz do Iguaçu, Curitiba, Ponta Grossa, Campo Mourão, Pinhais, Cascavel, Toledo, Maringá e Guarapuava. A 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) será de 14 a 17 de dezembro em Brasília, com a participação de delegados eleitos nas Conferências Estaduais.

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quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Inscrições para a Confecom-PR vão até 04/11

Estão abertas as inscrições para a I Conferência Estadual de Comunicação do Paraná, que será realizada nos dias 06, 07 e 08 de novembro no Canal da Música em Curitiba. Faça sua inscrição aqui.

Confira a programação da Confecom-PR Leia o texto completo »

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sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Comunicação e cultura: por que unir as duas pautas?

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Conferência Livre Municipal de Cultura e Comunicação abordará temas em comum das duas áreas

A partir das demandas surgidas nos processos da I Conferência de Comunicação e da II Conferência de Cultura, movimentos das duas áreas optaram por unir os debates. Em Curitiba, essa proposta será desenvolvida na Conferência Livre Municipal de Cultura e Comunicação, que será realizada no próxima sábado, 24, às 9h na sede do Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal do Paraná.

O objetivo é envolver os atores da cultura e da comunicação e demais interessados para definir e propor pautas que dialoguem com os dois temas. “A ampliação da participação da sociedade pode se dar tanto nos níveis de gestão e produção da cultura quanto no da circulação dessa produção nos meios de comunicação”, reflete Marila Velloso, integrante do Fórum de Dança de Curitiba e da Comissão Paranaense Pró-Conferência de Cultura.

Marco Amarelo Konopacki, membro do Coletivo Soylocoporti e da Comissão Paranaense Pró-Conferência de Comunicação, aponta que direito autoral, regionalização da produção e distribuição dos bens culturais são temas a serem debatidos na conferência deste sábado, por transitarem nos campos da cultura e da comunicação.

“A experiência de unir as duas pautas na I Conferência de Comunicação para a Cultura, que ocorreu em setembro em Chã Grande, Pernambuco, foi bastante interessante, pois procurou propor eixos de discussão que abarcassem tanto as pautas da cultura quanto as da comunicação”, conta Amarelo. A lógica que inspirou os militantes curitibanos é a de que não é possível pensar cultura sem pensar nas formas que ela se manifesta e recria seus símbolos e valores, e não se pode comunicar sem que se expressem características culturais.

Marila acredita que o evento é uma maneira de garantir espaço de voz e ação para os que se posicionam corporal, estética, portanto, politicamente, de modo diverso ao vigente. “É preciso checar a existência potente de tantos outros modos de se viver que existem por aí e possibilitar que sejam vistos, ouvidos e sentidos por um maior número de cidadãos”, agrega.


Conferência Livre Municipal de Cultura e Comunicação

24/10 - DCE UFPR - Gal. Carneiro 390 - 4° andar - 9h

Programação

9h – Painel Cultura e Comunicação

10h – Debate

13h30 – Grupos de Trabalho

*Controle social e participação popular na construção de políticas públicas para cultura e comunicação;

*Fomento, produção e difusão culturais e democratização da mídia;

*Cultura, educação, propriedade intelectual e acesso aos bens culturais.

17h – Plenária final


Saiba mais:

http://proconferenciadeculturanoparana.wordpress.com/

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quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Conferência Livre Municipal de Cultura e Comunicação

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conferencia_cultura_comunicacao

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